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DROGAS E SUAS CONSEQÜÊNCIAS

PARA O USUÁRIO – PARA A SOCIEDADE – PARA A FAMÍLIA

O CONHECIMENTO DAS CONSEQÜÊNCIAS REPRESENTA A VIDA OU A MORTE

 

ÁLCOOL - 1ª parte

 

Origem: Obtido a partir da cana-de-açúcar, cereais ou frutas, através de um processo de fermentação ou destilação.

Nomes Populares: birita, mé, pinga, caninha, cachaça, etc...

 

A bebida alcoólica traz sensações enganosas de euforia e bem estar, porém afetam todo o funcionamento do organismo saudável sem avisar a hora de parar.

Os pulmões, estômago, coração e cérebro ficam incapacitados rapidamente podendo levar a perda da coordenação motora ou doenças graves sem cura, como a cirrose hepática (doença do fígado) demência, incapacidade física e até mesmo à morte.

 

OCORRÊNCIAS

O dependente do álcool não consegue admitir o vício e continua a beber, causando problemas de natureza social, física, mental e afetando seriamente seu raciocínio.

Pouco a pouco se aumenta o consumo até o descontrole total. Cria-se o vício de beber seguidamente para amenizar os sintomas: tremores, dores de cabeça e em todo o corpo.

É comum as dificuldades respiratórias, falta de desejo sexual (chegando à impotência), nervosismo constante, isolamento da família e o descrédito que ocorrem em 100% dos casos.

 

EFEITOS NO ORGANISMO

 DIGESTIVOS - gastrites, vômitos fáceis, hemorragia gástrica ou intestinal.

RESPIRATÓRIOS - laringite, bronquite, enfisema pulmonar crônico e falta de ar constante.

NEUROLÓGICOS - lesão cerebral, perda da coordenação motora, delírios, confusão mental, demência progressiva, inflamações nos nervos.

OUTROS - infecção dos pâncreas, doenças dos músculos, anorexia, anemia, etc...

 

BEBIDAS ALCOÓLICAS

 (ÁLCOOL ETÍLICO; ETANOL) Fermentadas (Vinho e cerveja) Destiladas (pinga, whisky, vodka, etc.)

 

Aspectos Históricos

Toda a história da humanidade está permeada pelo consumo de álcool. Registros arqueológicos revelam que os primeiros indícios sobre o consumo de álcool pelo ser humano datam de aproximadamente 6000 a.C., sendo , portanto, um costume extremamente antigo e que tem persistido por milhares de anos. A noção de álcool como uma substância divina, por exemplo, pode ser encontrada em inúmeros exemplos na mitologia, sendo talvez um dos fatores responsáveis pela manutenção do hábito de beber ao longo do tempo. Inicialmente, as bebidas tinham conteúdo alcoólico relativamente baixo, como por exemplo, o vinho e a cerveja, já que dependiam exclusivamente do processo de fermentação. Com o advento do processo de destilação, introduzido na Europa pelos árabes na Idade Média, surgiram novos tipos de bebidas alcoólicas, que passaram a ser utilizadas na sua forma destilada. Nesta época, este tipo de bebida passou a ser considerado como um remédio para todas as doenças, pois "dissipavam as preocupações mais rapidamente do que o vinho e a cerveja, além de produzirem um alívio mais eficiente da dor", surgindo então a palavra whisky (do gálico usquebaugh, que significa "água da vida").                       

A partir da Revolução Industrial, registrou-se um grande aumento na oferta deste tipo de bebida, contribuindo para um maior consumo e, conseqüentemente, gerando um aumento no número de pessoas que passaram a apresentar algum tipo de problema devido ao uso excessivo de álcool.

 

Aspectos Gerais

Apesar do desconhecimento por parte da maioria das pessoas, o álcool também é considerado uma droga psicotrópica, pois ele atua no sistema nervoso central, provocando uma mudança no comportamento de quem o consome, além de ter potencial para desenvolver dependência.

O álcool é uma das poucas drogas psicotrópicas que tem seu consumo admitido e até incentivado pela sociedade. Esse é um dos motivos pelo qual ele é encarado de forma diferenciada, quando comparado com as demais drogas.

Apesar de sua ampla aceitação social, o consumo de bebidas alcoólicas, quando excessivo, passa a ser um problema. Além dos inúmeros acidentes de trânsito e da violência associada a episódios de embriaguez, o consumo de álcool a longo prazo, dependendo da dose, freqüência e circunstâncias, pode provocar um quadro de dependência conhecido como alcoolismo. Desta forma, o consumo inadequado do álcool é um importante problema de saúde pública, especialmente nas sociedades ocidentais, acarretando altos custos para sociedade e envolvendo questões, médicas, psicológicas, profissionais e familiares.

 

       
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