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DROGAS E SUAS CONSEQÜÊNCIAS

PARA O USUÁRIO – PARA A SOCIEDADE – PARA A FAMÍLIA

O CONHECIMENTO DAS CONSEQÜÊNCIAS REPRESENTA A VIDA OU A MORTE

 

 
 
 
TABACO

 FUMAR NÃO DISTRAI, DESTRÓI

 Ao consumir produtos que contem tabaco, o usuário introduz no organismo mais de 4.700 substâncias tóxicas, incluindo nicotina, alcatrão, monóxido de carbono (mesmo gás que sai do escapamento dos carros),. Após o fumante (tabagista) acender um cigarro, a nicotina chega ao cérebro em 7 segundos.

 A NICOTINA é a substância encontrada no tabaco que causa dependência química rapidamente. O tabagista, pouco a pouco tem redução e perda do olfato e paladar, mau hálito e aumento de cáries, entre outras complicações no organismo. São produtos que contém tabaco : cigarro, charuto, cigarrilha, fumo para cachimbo, etc...

 

OCORRÊNCIAS

Em pouco tempo o usuário já sofre as conseqüências trazidas por esta droga. Não é preciso usar o tabaco com freqüência para sentir que várias funções do seu organismo estão debilitadas.

Há falta de ar, alteração da pressão arterial e dos batimentos cardíacos, o mau cheiro produzido pelo tabaco, mistura-se ao suor e gera odor, incomodando até mesmo o próprio usuário.

Os não fumantes devem ficar atentos para não consumirem passivamente a droga (respirar próximo a fumantes), pois os males são equivalentes.

 

EFEITOS NO ORGANISMO

 

A freqüência de doenças em fumantes é duas vezes maior do que nos não fumantes. O tabagismo é o fator de risco de aproximadamente 90 doenças, como o câncer de pulmão, laringe, boca, esôfago, estômago, pâncreas, rins, bexiga e colo de útero, podendo causar hipertensão arterial, infarto do miocárdio, derrames cerebrais, bronquites crônicas, enfisemas, úlcera gástrica e arteriosclerose.

O tabagismo mata e abrevia os prazeres de uma vida saudável.

 

 

Tabagismo no Mundo

 

A Organização Mundial da Saúde - OMS estima que um terço da população mundial adulta, isto é, 1 bilhão e 200 milhões de pessoas (entre as quais 200 milhões de mulheres) sejam fumantes. Pesquisas comprovam que aproximadamente 47% de toda a população masculina e 12% da população feminina no mundo fumam. Enquanto nos países em desenvolvimento os fumantes constituem 48% da população masculina e 7% da população feminina, nos países desenvolvidos a participação das mulheres mais do que triplica: 42% dos homens e 24% das mulheres têm o hábito de fumar.

Ainda segundo a OMS, a cada ano os produtos derivados do tabaco são responsáveis pela morte de 4 milhões de pessoas em todo o mundo, sendo 50% nos países em desenvolvimento. Isso se traduz em mais de 10 mil mortes por dia. Baseando-se em tendências atuais, esses números aumentarão para 10 milhões de mortes por ano durante os anos 2020 e 2030, com 7 milhões dessas mortes ocorrendo em países em desenvolvimento. Com base nos padrões de consumo atuais, estima-se que mais de 500 milhões de pessoas atualmente vivas, entre as quais 200 milhões de crianças e adolescentes, terão suas vidas sacrificadas pelo uso do tabaco. Cerca da metade destas mortes ocorrerá entre pessoas com idade entre 35 e 69 anos de idade, que perderão em média 20 anos de vida.

O crescimento do consumo de produtos derivados do tabaco nos países em desenvolvimento é atribuído às estratégias agressivas adotadas pela indústria do fumo para conquistar terreno junto à população mais jovem. Já em países como os Estados Unidos, a indústria do cigarro começa a sofrer as primeiras baixas causadas por ações judiciais. Finalmente está sendo reconhecida sua culpa na fabricação e venda de produtos viciantes e danosos à saúde das pessoas, bem como nas tentativas para esconder da população os males causados pelo cigarro.

 

 

Programa Nacional de Controle do Tabagismo e outros Fatores de Risco de Câncer

 

O PROGRAMA E SEUS OBJETIVOS

 

O mundo possui hoje cerca de 1,2 bilhões de fumantes. Destes, 30,6milhões estão no Brasil. O fumo é responsável por 90% dos casos de câncer de pulmão e está ligado à origem de tumores malignos em oito órgãos (boca, laringe, pâncreas, rins e bexiga, além do pulmão, colo do útero e esôfago). O tabagismo também está relacionado diretamente a 25% das mortes por doença coronariana, 85% das mortes por doença pulmonar obstrutiva crônica e 25% das mortes por doença cerebrovascular. Dos seis tipos de câncer com maior índice de mortalidade no Brasil, metade (pulmão, colo de útero e esôfago) tem o cigarro como um de seus fatores de risco.

Outros fatores de risco podem ser herdados ou encontrados no meio ambiente, que envolve o meio em geral (exposição ao sol e outros, como água, terra, ar), o ambiente de consumo (alimentos, medicamentos, fumo, álcool e produtos de uso doméstico), o ocupacional (indústrias químicas e afins) e o cultural (estilo e hábitos de vida).

 

Estratégia utilizada

 

O Programa de Controle do Tabagismo e Outros Fatores de Risco, do INCA, é desenvolvido para diminuir na população brasileira a exposição aos fatores de risco de câncer, tais como o tabaco, alimentação inadequada, excesso de bebidas alcoólicas (sobretudo quando associadas ao consumo do tabaco), agentes cancerígenos presentes no meio ambiente e nos ambientes de trabalho (como o benzeno, amianto, agrotóxicos, entre outros); radiações solares (raios UVA e UVB) e radiações ionizantes (RX, campos eletromagnéticos), entre outros.

Para isso, o INCA desenvolve ações educativas e estimula o desenvolvimento de medidas legislativas e econômicas.

 

Distribuição de Fumantes por Idade e Sexo

 

Grande parte dos brasileiros fuma, principalmente os homens. Cerca de 1/3 população adulta fuma, sendo 11,2 milhões de mulheres e 16,7 milhões de homens. 90% dos fumantes ficam dependentes da nicotina entre os cinco e os 19 anos de idade. Atualmente, existem no Brasil 2,4 milhões de fumantes nessa faixa etária.

A grande maioria dos fumantes tem entre 20 e 49 anos de idade. Os homens fumam em maior proporção que as mulheres em todas as faixas etárias. Porém, a mulher vem aumentando sua participação no vício de fumar, sobretudo na faixa etária mais nova. Esta tendência é grave, pois as mulheres, além da responsabilidade biológica de gerar os filhos, convivem com eles intensamente até a adolescência, transformando-os em fumantes passivos e levando-os a encarar o ato de fumar como um comportamento social normal. Sabe-se que nos adolescentes e adultos jovens, filhos de pais fumantes, há maior prevalência de tabagistas. O início do tabagismo, nesses casos, seria conseqüência do exemplo apresentado pelos pais ou da necessidade orgânica criada por anos de inalação involuntária da nicotina?

Por outro lado, a mulher vem ocupando espaço crescente no mercado de trabalho, o que a torna, em alguns casos, modelo de comportamento almejado por crianças, adolescentes e adultos do mesmo sexo. Uma área dominada pelas mulheres há muito tempo é a da educação, principalmente primária e secundária. A professora, de maneira geral, abre as portas do mundo para crianças e adolescentes. É fundamental, portanto, que ela transmita um modelo de vida saudável, livre do uso de drogas.

 

Perfil de Consumo

 

A relação do poder aquisitivo com o consumo de cigarros mostra que há um menor consumo nas classes de maior rendimento familiar per capita (renda de mais de dois salários mínimos per capita por mês). O maior consumo está na classe sem nenhum rendimento, com 25,4% dos indivíduos fumando. Essa diferença é, em grande parte, causada pela maior desinformação das classes sociais economicamente mais pobres e se repete em muitos países do mundo.

É importante notar que, entre a população de menor renda, uma grande parcela dos rendimentos é gasta com cigarros, em detrimento de outros itens prioritários, como, por exemplo, a alimentação. Este consumo maior, somado a outras condições às quais este grupo está submetido, como desnutrição, doenças infecciosas e do trabalho, leva a um adoecimento mais freqüente. Convém considerar que os ambientes confinados das pequenas moradias favorece, em muito, a inalação passiva das substâncias tóxicas por crianças, gestantes e pessoas doentes.

Ou seja: mais pobres menor acesso ao sistema de saúde, menor informação, maior exposição a fatores de risco, entre eles o tabagismo, significando piora progressiva na qualidade de vida.

Fonte: MINISTÉRIO DA SAÚDE. INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER. COORDENAÇÃO NACIONAL DE CONTROLE DE TABAGISMO E PREVENÇÃO PRIMÁRIA - CONTAPP. "Falando Sobre Tabagismo". Rio de Janeiro, 1996.

MINISTÉRIO DA SAÚDE. INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER. COORDENAÇÃO NACIONAL DE CONTROLE DE TABAGISMO E PREVENÇÃO PRIMÁRIA - CONTAPP. "Como Implantar Um Programa de Tabagismo". Rio de Janeiro, 1996.

 

       
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